Seg11182019

Last updateDom, 01 Set 2013 9am

17 Jul 2006

O Segredo do Sucesso

Escrito por 
Em uma economia de mercado fortalece-se a propriedade privada, liberdade de contratação, sistema livre de preços e a primazia do Estado de Direito.

Enquanto alguns países seguem em direção ao sucesso, outros insistem em aplicar receitas falidas de desenvolvimento. Os mecanismos que tornam um país próspero nunca foram segredos guardados em algum lugar intocável. Entretanto, à exceção de alguns poucos países, a América Latina tem se tornado um laboratório de experiências falidas e atrasadas que condenam a maioria da população a viver na pobreza e na miséria. As conseqüências da implementação deste modelo via manutenção da pobreza geram os problemas com os quais, infelizmente, já nos habituamos a conviver.

Defendo a implementação de políticas liberalizantes e modernizadoras imediatamente no Brasil. Creio na economia de mercado e em seus fundamentos porque não existe sequer um caso de país que tenha alcançado o progresso e que não estivesse calcado nessas bases. Ademais, a liberdade de mercado leva invariavelmente a consolidação dos valores da liberdade individual. Na medida em que a propriedade privada, por meio de liberdade econômica, impõe um freio ao poder do Estado, está alcançada a base da democracia. Infelizmente este é o caminho que o Brasil e grande parte da América Latina deixou de trilhar.

Em uma economia de mercado fortalece-se a propriedade privada, liberdade de contratação, sistema livre de preços e a primazia do Estado de Direito. Este modelo possui instituições sólidas e menor concentração de poder, pois existe um marco regulatório transparente, Banco Central independente, menos impostos, diminuição do gasto, equilíbrio nas contas públicas e integração comercial internacional, pois o passado e o presente provam: os países que abrem sua economia ao exterior ganham e se tornam mais ricos, com melhores indicadores em todas as áreas, já os que se fecham perdem, pois são países com alta concentração de miséria e pobreza, reféns de governos populistas e assistencialistas.

É preciso realizar reformas setoriais e liberalizar a economia. Buscar nas experiências de países como Irlanda e Espanha o caminho para reformar nossas arcaicas leis. Precisamos romper definitivamente com todos os monopólios públicos brasileiros, estimular a abertura e desburocratizar o funcionamento e fechamento de empresas, liberalizar os horários de operação e flexibilizar as leis trabalhistas e sindicais. Aqui, faz-se necessário desmontar os dogmas e mantras socialistas em que se baseiam os governos populistas. É necessária uma alteração que retire os impedimentos à contratação e dispensa com vistas a oxigenar e dinamizar o mercado de trabalho e que assim se entenda, de uma vez por todas, que uma reforma não retirará direitos, uma vez que quem não tem trabalho não possui direito algum. Já os sindicatos devem parar de operar como agentes políticos que defendem uma ideologia marxista retrógrada. A melhor forma de um sindicato operar com honestidade e dignidade é participar do processo como um agente econômico. Os sindicatos não defendem os trabalhadores na medida que buscam políticas intervencionistas que excluem os mesmos do mercado de trabalho.

É precisar iniciar já uma “batalha de idéias” contra aqueles que desejam a perpetuação da pobreza e da miséria com vistas a sua manutenção no poder. É necessária uma campanha continua na opinião pública para mudar a visão distorcida que existe sobre os benefícios de políticas liberalizantes. A liberdade individual de expressão, pensamento e produção sem interferência do Estado é o caminho para o fim de ciclos de governos populistas. É o caminho para o fim da pobreza e da miséria. Para que se realizem as mudanças necessárias é preciso de um projeto, um partido e um líder com quem as pessoas possam se identificar. Voltarei exatamente para explorar este ponto no próximo artigo.

Enquanto alguns países seguem em direção ao sucesso, outros insistem em aplicar receitas falidas de desenvolvimento. Os mecanismos que tornam um país próspero nunca foram segredos guardados em algum lugar intocável. Entretanto, à exceção de alguns poucos países, a América Latina tem se tornado um laboratório de experiências falidas e atrasadas que condenam a maioria da população a viver na pobreza e na miséria. As conseqüências da implementação deste modelo via manutenção da pobreza geram os problemas com os quais, infelizmente, já nos habituamos a conviver.

Defendo a implementação de políticas liberalizantes e modernizadoras imediatamente no Brasil. Creio na economia de mercado e em seus fundamentos porque não existe sequer um caso de país que tenha alcançado o progresso e que não estivesse calcado nessas bases. Ademais, a liberdade de mercado leva invariavelmente a consolidação dos valores da liberdade individual. Na medida em que a propriedade privada, por meio de liberdade econômica, impõe um freio ao poder do Estado, está alcançada a base da democracia. Infelizmente este é o caminho que o Brasil e grande parte da América Latina deixou de trilhar.

Em uma economia de mercado fortalece-se a propriedade privada, liberdade de contratação, sistema livre de preços e a primazia do Estado de Direito. Este modelo possui instituições sólidas e menor concentração de poder, pois existe um marco regulatório transparente, Banco Central independente, menos impostos, diminuição do gasto, equilíbrio nas contas públicas e integração comercial internacional, pois o passado e o presente provam: os países que abrem sua economia ao exterior ganham e se tornam mais ricos, com melhores indicadores em todas as áreas, já os que se fecham perdem, pois são países com alta concentração de miséria e pobreza, reféns de governos populistas e assistencialistas.

É preciso realizar reformas setoriais e liberalizar a economia. Buscar nas experiências de países como Irlanda e Espanha o caminho para reformar nossas arcaicas leis. Precisamos romper definitivamente com todos os monopólios públicos brasileiros, estimular a abertura e desburocratizar o funcionamento e fechamento de empresas, liberalizar os horários de operação e flexibilizar as leis trabalhistas e sindicais. Aqui, faz-se necessário desmontar os dogmas e mantras socialistas em que se baseiam os governos populistas. É necessária uma alteração que retire os impedimentos à contratação e dispensa com vistas a oxigenar e dinamizar o mercado de trabalho e que assim se entenda, de uma vez por todas, que uma reforma não retirará direitos, uma vez que quem não tem trabalho não possui direito algum. Já os sindicatos devem parar de operar como agentes políticos que defendem uma ideologia marxista retrógrada. A melhor forma de um sindicato operar com honestidade e dignidade é participar do processo como um agente econômico. Os sindicatos não defendem os trabalhadores na medida que buscam políticas intervencionistas que excluem os mesmos do mercado de trabalho.

É precisar iniciar já uma “batalha de idéias” contra aqueles que desejam a perpetuação da pobreza e da miséria com vistas a sua manutenção no poder. É necessária uma campanha continua na opinião pública para mudar a visão distorcida que existe sobre os benefícios de políticas liberalizantes. A liberdade individual de expressão, pensamento e produção sem interferência do Estado é o caminho para o fim de ciclos de governos populistas. É o caminho para o fim da pobreza e da miséria. Para que se realizem as mudanças necessárias é preciso de um projeto, um partido e um líder com quem as pessoas possam se identificar. Voltarei exatamente para explorar este ponto no próximo artigo.

Márcio Coimbra

Márcio Chalegre Coimbra, é advogado, sócio da Governale - Políticas Públicas e Relações Institucionais (www.governale.com.br). Habilitado em Direito Mercantil pela Unisinos. Professor de Direito Constitucional e Internacional do UniCEUB – Centro Universitário de Brasília. PIL pela Harvard Law School. MBA em Direito Econômico pela Fundação Getúlio Vargas. Especialista em Direito Internacional pela UFRGS. Vice-Presidente do Conil-Conselho Nacional dos Institutos Liberais pelo Distrito Federal. Sócio do IEE - Instituto de Estudos Empresariais. É editor do site Parlata (www.parlata.com.br) articulista semanal do site www.diegocasagrande.com.br e www.direito.com.br. Tem artigos e entrevistas publicadas em diversos sites nacionais e estrangeiros (www.urgente24.tv e www.hacer.org) e jornais brasileiros como Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Zero Hora, Jornal de Brasília, Correio Braziliense, O Estado do Maranhão, Diário Catarinense, Gazeta do Paraná, O Tempo (MG), Hoje em Dia, Jornal do Tocantins, Correio da Paraíba e A Gazeta do Acre. É autor do livro “A Recuperação da Empresa: Regimes Jurídicos brasileiro e norte-americano”, Ed. Síntese - IOB Thomson (www.sintese.com).

Deixe um comentário

Informações marcadas com (*) são obrigatórias. Código HTML básico é permitido.

  • Copyright © 2007. www.rplib.com.br . Todos os direitos reservados.

    Republicação ou redistribuição do conteúdo do site RPLIB é permitido desde que citada a fonte. O site RPLIB não se responsabiliza por opiniões, informações, dados e conceitos emitidos em artigos e colunas assinados e nos textos em que é citada a fonte.