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26 Mar 2006

Do Campo à Indústria Automobilística

Escrito por 
“É preciso que haja mais fiscalização, pois parte dessa verba pode estar servindo para treinamento guerrilheiro”.

Depois de as mulheres da Via Campesina destruírem os laboratórios da Aracruz Celulose causando prejuízos de US$ 400 mil, e assim terem sido perdidos materiais genéticos de mais de 15 anos de pesquisa, além de 1 milhão de mudas de eucaliptos serem exterminadas e mais 4 milhões estarem em processo de recuperação, João Pedro Stédile, do MST, avisou que seus seguidores camponeses são solidários ao vandalismo.

Ano passado o governo petista enviou R$ 9,5 milhões do Orçamento Geral da União para entidades ligadas ao MST, ou seja, quatro vezes mais do que FHC: R$ 2,17 milhões. O aumento de repasses aos sem-terra foi de 76% em comparação aos últimos três anos de FHC. De 2003 a 2005 da era proletária, ocorreram 373 invasões a mais do que entre 2000 e 2002 da era sociológica. Em 2004, ano em que o repasse de dinheiro foi maior, de 327 invasões, 218 foram via MST. Em 2002, quando curiosamente houve menor repasse de verbas, ocorreu também o menor número de invasões. Em 2005 o recorde: 502 invasões.

Já o vice-presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento da Câmara (CAPADR), Luis Carlos Heinze (PP-RS), lembra que tais repasses carecem de controle, e que a CPMI da Terra encontrou inúmeras irregularidades na prestação de contas ao governo pela CONCRAB e ANCA, entidades ligadas ao MST. “É preciso que haja mais fiscalização, pois parte dessa verba pode estar servindo para treinamento guerrilheiro”.

A quebra do sigilo bancário do caseiro da “República de Ribeirão” certamente é o retrato de um país que nunca desejaríamos ao pior dos argentinos. Apesar disso o presidente do Sebrae e ex-tesoureiro informal da família Lula-lá, Paulo Okamotto, continua protegido pela decisão de Nelson Jobim. Okamotto teria pago a dívida de Lula com o PT, contribuído para pagar a campanha de Lurian, filha do presidente, além de que teria doado dinheiro à campanha de Vicentinho.

“Esse Okamotto é o Fiat Elba do Lula. Collor caiu por causa de um Fiat Elba. A ligação pessoal com o presidente, de pagar as contas do presidente, da filha do presidente, se dá através do Okamotto. Ele é o Fiat Elba, é o elo. Se quebrar o sigilo dele, a coisa pode ficar muito ruim para o presidente Lula. Por isso ele está sendo tão protegido assim”, metralhou Roberto Jefferson.

“Vamos acabar com essa multinacional”, gritavam as enfurecidas revolucionárias das cavernas. A Aracruz, uma das maiores produtoras de celulose do mundo, segundo o jornalista Augusto Nunes, é “inteiramente controlada por brasileiros. Oferece 10 mil empregos diretos. No interior gaúcho, mantém há 20 anos um laboratório para experiências de ponta, além do horto florestal e do viveiro com milhões de mudas de eucalipto.” Sobre Stédile e seu amigo Lula, Nunes considerou: “O rosto de Stédile informa: esse jamais empunhou enxadas nos campos do Brasil. Nem empunhará: o chefe quer terra para todos, menos para ele. Talvez lhe falte vontade para arar o solo. Certamente lhe falta tempo. Stédile passa a maior parte dos dias entretido em discursos ou enfurnado em reuniões que planejam um fevereiro negro, um março vermelho, um abril lilás. Não se sabe quanto ganha (não deve ser pouco). Nem se conhece a origem do dinheiro que paga o salário do provocador profissional. A reação indignada ao ataque do dia 8 não lhe tirou o sono. Stédile é amigo de Lula, que gosta de usar o boné do MST. Entra no gabinete presidencial sem marcar audiência e sem pedir licença. Sempre consegue alguma verba para agitar os campos do Brasil”.

Algum camponês saberia dizer o quanto custaria hoje um Fiat Elba?

Depois de as mulheres da Via Campesina destruírem os laboratórios da Aracruz Celulose causando prejuízos de US$ 400 mil, e assim terem sido perdidos materiais genéticos de mais de 15 anos de pesquisa, além de 1 milhão de mudas de eucaliptos serem exterminadas e mais 4 milhões estarem em processo de recuperação, João Pedro Stédile, do MST, avisou que seus seguidores camponeses são solidários ao vandalismo.

Ano passado o governo petista enviou R$ 9,5 milhões do Orçamento Geral da União para entidades ligadas ao MST, ou seja, quatro vezes mais do que FHC: R$ 2,17 milhões. O aumento de repasses aos sem-terra foi de 76% em comparação aos últimos três anos de FHC. De 2003 a 2005 da era proletária, ocorreram 373 invasões a mais do que entre 2000 e 2002 da era sociológica. Em 2004, ano em que o repasse de dinheiro foi maior, de 327 invasões, 218 foram via MST. Em 2002, quando curiosamente houve menor repasse de verbas, ocorreu também o menor número de invasões. Em 2005 o recorde: 502 invasões.

Já o vice-presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento da Câmara (CAPADR), Luis Carlos Heinze (PP-RS), lembra que tais repasses carecem de controle, e que a CPMI da Terra encontrou inúmeras irregularidades na prestação de contas ao governo pela CONCRAB e ANCA, entidades ligadas ao MST. “É preciso que haja mais fiscalização, pois parte dessa verba pode estar servindo para treinamento guerrilheiro”.

A quebra do sigilo bancário do caseiro da “República de Ribeirão” certamente é o retrato de um país que nunca desejaríamos ao pior dos argentinos. Apesar disso o presidente do Sebrae e ex-tesoureiro informal da família Lula-lá, Paulo Okamotto, continua protegido pela decisão de Nelson Jobim. Okamotto teria pago a dívida de Lula com o PT, contribuído para pagar a campanha de Lurian, filha do presidente, além de que teria doado dinheiro à campanha de Vicentinho.

“Esse Okamotto é o Fiat Elba do Lula. Collor caiu por causa de um Fiat Elba. A ligação pessoal com o presidente, de pagar as contas do presidente, da filha do presidente, se dá através do Okamotto. Ele é o Fiat Elba, é o elo. Se quebrar o sigilo dele, a coisa pode ficar muito ruim para o presidente Lula. Por isso ele está sendo tão protegido assim”, metralhou Roberto Jefferson.

“Vamos acabar com essa multinacional”, gritavam as enfurecidas revolucionárias das cavernas. A Aracruz, uma das maiores produtoras de celulose do mundo, segundo o jornalista Augusto Nunes, é “inteiramente controlada por brasileiros. Oferece 10 mil empregos diretos. No interior gaúcho, mantém há 20 anos um laboratório para experiências de ponta, além do horto florestal e do viveiro com milhões de mudas de eucalipto.” Sobre Stédile e seu amigo Lula, Nunes considerou: “O rosto de Stédile informa: esse jamais empunhou enxadas nos campos do Brasil. Nem empunhará: o chefe quer terra para todos, menos para ele. Talvez lhe falte vontade para arar o solo. Certamente lhe falta tempo. Stédile passa a maior parte dos dias entretido em discursos ou enfurnado em reuniões que planejam um fevereiro negro, um março vermelho, um abril lilás. Não se sabe quanto ganha (não deve ser pouco). Nem se conhece a origem do dinheiro que paga o salário do provocador profissional. A reação indignada ao ataque do dia 8 não lhe tirou o sono. Stédile é amigo de Lula, que gosta de usar o boné do MST. Entra no gabinete presidencial sem marcar audiência e sem pedir licença. Sempre consegue alguma verba para agitar os campos do Brasil”.

Algum camponês saberia dizer o quanto custaria hoje um Fiat Elba?

André Plácido

André Arruda Plácido nasceu em Pirajuí (SP) e é cidadão português. Reside em Londrina (PR) onde graduou-se em Relações Públicas e Teologia. Em Bauru (SP) concluiu o curso de Jornalismo. Fez especialização em Comunicação e Liderança em Missões Mundiais pelo Haggai Institute em Cingapura. É professor de comunicação, poeta, radialista, cronista e fotógrafo.

Website.: fotologue.jp/andrearrudaplacido
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