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25 Dez 2005

As Novas Repúblicas Democráticas e Populares

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Durante um século inteiro, o comunismo e as correntes políticas de esquerda que se constituíram a partir das fraudes intelectuais do marxismo quiseram chegar ao poder através da revolução. Afinal, ensinava-lhes o mestre, esse era o caminho.Durante um século inteiro, o comunismo e as correntes políticas de esquerda que se constituíram a partir das fraudes intelectuais do marxismo quiseram chegar ao poder através da revolução. Afinal, ensinava-lhes o mestre, esse era o caminho. Tentaram muitas, realizaram algumas, criaram um imperialismo revolucionário militarizado, construíram muros, aprisionaram bilhões de seres humanos, provocaram os maiores holocaustos da história, mentiram como jamais antes se viu igual, e fracassaram em tudo. Uma de suas maiores fraudes foi a que denominou suas possessões como "repúblicas democráticas e populares". Elas não eram qualquer das três coisas. Com o passar dos anos, tudo isso se tornou sabido, exceto na América Latina.

Aqui se criou o Foro de São Paulo com o intuito específico de preservar tais preciosidades filosóficas e operacionais. As universidades, que deveriam ser templos do desenvolvimento do saber, se comprazem com disputar entre si quem consegue servir mais lixo marxista à burrice acadêmica. Some-se a isso a complacência e a instrumentalização servil da grande mídia, a veneração dos seminários pela teologia da libertação (leitura dos Evangelhos com chave marxista), o despreparo das lideranças sindicais, o absurdo modelo político adotado em comum pelos países latino-americanos, e tem-se, assim, um cenário continental em tudo favorável à prevalência da mistificação e da demagogia.

De fato, sociedade de massa, povo intelectualmente retardado e eleição direta para governantes é o suficiente caldo de cultura para que os "perfeitos idiotas latino-americamos" passem a entregar o poder pelo voto àqueles que antes se esfalfavam inutilmente em estratégias revolucionárias. Chávez, Lula, Kirchner, Evo Morales e outros são a risonha novidade política de um continente cada vez mais dominado pela estultice do sistema que escolheu e das idéias pelas quais foi cavoucar no lixão da experiência humana.

Não é verdade que a inveja mata. Para esses novos falsos profetas, demagogos e mentirosos, que trabalham com os sentimentos menos nobres da alma humana, a inveja é força vital. Entre suas piores artimanhas se inclui suscitá-la em relação aos povos bem sucedidos, apontados, sempre, como responsáveis pelas nossas mazelas, e jamais como objeto de reflexão sobre os modelos que adotam e as condições do sucesso que alcançaram. De duas uma: ou os países da América Latina mudam seu modelo político ou esse modelo político vai acabar com ela. O Novo Mundo chega ao século XXI como estuário da coisa mais velha e mais velhaca que a sociedade humana construiu ao longo da história.
Durante um século inteiro, o comunismo e as correntes políticas de esquerda que se constituíram a partir das fraudes intelectuais do marxismo quiseram chegar ao poder através da revolução. Afinal, ensinava-lhes o mestre, esse era o caminho. Tentaram muitas, realizaram algumas, criaram um imperialismo revolucionário militarizado, construíram muros, aprisionaram bilhões de seres humanos, provocaram os maiores holocaustos da história, mentiram como jamais antes se viu igual, e fracassaram em tudo. Uma de suas maiores fraudes foi a que denominou suas possessões como "repúblicas democráticas e populares". Elas não eram qualquer das três coisas. Com o passar dos anos, tudo isso se tornou sabido, exceto na América Latina.

Aqui se criou o Foro de São Paulo com o intuito específico de preservar tais preciosidades filosóficas e operacionais. As universidades, que deveriam ser templos do desenvolvimento do saber, se comprazem com disputar entre si quem consegue servir mais lixo marxista à burrice acadêmica. Some-se a isso a complacência e a instrumentalização servil da grande mídia, a veneração dos seminários pela teologia da libertação (leitura dos Evangelhos com chave marxista), o despreparo das lideranças sindicais, o absurdo modelo político adotado em comum pelos países latino-americanos, e tem-se, assim, um cenário continental em tudo favorável à prevalência da mistificação e da demagogia.

De fato, sociedade de massa, povo intelectualmente retardado e eleição direta para governantes é o suficiente caldo de cultura para que os "perfeitos idiotas latino-americamos" passem a entregar o poder pelo voto àqueles que antes se esfalfavam inutilmente em estratégias revolucionárias. Chávez, Lula, Kirchner, Evo Morales e outros são a risonha novidade política de um continente cada vez mais dominado pela estultice do sistema que escolheu e das idéias pelas quais foi cavoucar no lixão da experiência humana.

Não é verdade que a inveja mata. Para esses novos falsos profetas, demagogos e mentirosos, que trabalham com os sentimentos menos nobres da alma humana, a inveja é força vital. Entre suas piores artimanhas se inclui suscitá-la em relação aos povos bem sucedidos, apontados, sempre, como responsáveis pelas nossas mazelas, e jamais como objeto de reflexão sobre os modelos que adotam e as condições do sucesso que alcançaram. De duas uma: ou os países da América Latina mudam seu modelo político ou esse modelo político vai acabar com ela. O Novo Mundo chega ao século XXI como estuário da coisa mais velha e mais velhaca que a sociedade humana construiu ao longo da história.
Percival Puggina

O Prof. Percival Puggina formou-se em arquitetura pela UFRGS em 1968 e atuou durante 17 anos como técnico e coordenador de projetos do grupo Montreal Engenharia e da Internacional de Engenharia AS. Em 1985 começou a se dedicar a atividades políticas. Preocupado com questões doutrinárias, criou e preside, desde 1996, a Fundação Tarso Dutra de Estudos Políticos e Administração Pública, órgão do PP/RS. Faz parte do diretório metropolitano do partido, de cuja executiva é 1º Vice-presidente, e é membro do diretório e da executiva estadual do PP e integra o diretório nacional.

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