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10 Dez 2005

De Merreca em Merreca...

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Eis o “mundo novo possível” da esquerda filhote de Fidel Castro e íntima de Chávez no poder...

A secretária especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Prefeitura de São Paulo, Mara Gabrilli, disse à CPI dos Bingos que detalhou a Lula em 2003 todo o esquema de corrupção na prefeitura de Santo André, e pediu ao presidente que ali “promovesse uma intervenção federal”. Lula disse que “iria tomar providências a respeito”. Mara afirmou que “nada foi feito” e lembrou de que um dos assessores de Lula disse a ela “de maneira impositiva”, que não contasse à imprensa o assunto da conversa. Era para dizer que teriam falado a respeito da “reabilitação de portadores de deficiência física”. Estranho. Lula critica o Ministério Público a respeito do caso Celso Daniel e ainda diz ter certeza de que o assassinato, precedido de tortura, não passa de crime comum. Mas não é ele quem vive dizendo que não se pode julgar alguém sem que haja investigação? Lula tem competência para avaliar o caso?

Já o Relatório Direitos Humanos no Brasil 2005, organizado pela Rede Social de Justiça, traz críticas ao governo de movimentos sociais que ajudaram a eleger Lula. O documento afirma que o governo fracassou nas áreas de reforma agrária, meio ambiente, alfabetização, combate à fome, Amazônia, habitação urbana, política indígena e geração de empregos. Paulo Pedrini, da Pastoral Operária, alertou: “Há desemprego em todas as classes sociais, sendo que nas mais pobres e jovens o índice chega a 56%. E o pior é que hoje não temos mais uma central sindical, os trabalhadores ficaram órfãos, já que a CUT hoje é governo.” Os sem-teto também estão sem esperança. O coordenador do Fórum Nacional de Reforma Urbana, Nelson Saulo, afirma que o déficit de moradias aumentou de cinco para sete milhões com Lula-lá e os financiamentos privilegiam as classes média e alta.

A Justiça de São Paulo acatou denúncia criminal contra Marta Suplicy. A acusação do Ministério Público paulista é de que a ex-prefeita petista teria contratado, sem licitação e por R$ 2 milhões, o GTPOS (Grupo de Trabalho e Pesquisa de Orientação Sexual), ONG que ajudou a fundar.

Da internet: “do então deputado José Dirceu (PT-SP), em 11 de maio de 1994, a propósito do julgamento do deputado Ricardo Fiúza (PFL-PE), acusado de ter quebrado o decoro parlamentar:

‘Sr. Presidente, espero que amanhã esta Casa faça aquilo que a lei e o direito mandam. O que é público e notório dispensa provas. O deputado Ricardo Fiúza é corrupto. Isto é público e notório, dispensa provas’. (Fiúza foi absolvido.)

Do então deputado José Dirceu, no mesmo ano, a propósito da decisão do Supremo Tribunal Federal de absolver o ex-presidente Fernando Collor: “Após essa decisão, para que seja condenado por crime de corrupção passiva no Brasil, o cidadão terá de ser preso em flagrante ou ser réu confesso. (...) Evidentemente, os ministros do Supremo queriam absolver Collor de Mello e, assim, desqualificaram o testemunho de empresários, ministros e cidadãos. Depois afirmaram, de maneira quase cínica, que não existem testemunhos e provas materiais para incriminar o ex- presidente.”

Não é a história se repetindo com Dirceu e o PT no banco dos réus? Não é este hoje o discurso de Lula - de que não há provas - para tentar desqualificar a CPI e a cassação de Dirceu? Mas o que é público e notório não dispensa provas ou devemos esperar que a CPI encontre um recibo, nota fiscal ou declaração dos corruptores e dos corruptos de seu crime? E os R$10 milhões do Banco do Brasil que foram parar nos cofres do PT via Visanet? O Land Rover de Sílvio Pereira? Os contratos de Genoino? O dinheiro pago a Duda Mendonça no exterior? O caixa 2 bandido confessado e assumido por Delúbio? E Lula não sabia de nada?

O PIB encolhe 1,2% e Lula decreta: “Em economia não existe mágica, existe seriedade, transparência e passos do tamanho das nossas pernas. Não adianta ficar olhando para China, Estados Unidos. Não adianta ficar olhando para alguém que cresce mais ou menos do que nós. Temos que olhar para nossa indústria, para nossas possibilidades.” O que o presidente mais inocente “da história da República” não diz é que nosso PIB deverá crescer pífios 2,5% e que a média mundial dos países emergentes é de 6,4%!

Mas esperar o quê de um presidente que diz admitir a imposição de cotas para calçados brasileiros porque a Argentina tem o direito de reconstruir sua indústria? Segundo Mônica Bérgamo, Lula “está dando uma força ao deputado Professor Luizinho, que corre o risco de ser cassado por ter abocanhado R$ 20 mil do ‘valerioduto’. ‘É uma merreca’, disse Lula, pedindo a um senador do PT que atua numa das CPIs que ajude a conseguir votos na Câmara para salvar Luizinho.” Perto dos milhões do valerioduto, realmente, é uma “merreca”. Mas é crime!

Eis o “mundo novo possível” da esquerda filhote de Fidel Castro e íntima de Chávez no poder...

A secretária especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Prefeitura de São Paulo, Mara Gabrilli, disse à CPI dos Bingos que detalhou a Lula em 2003 todo o esquema de corrupção na prefeitura de Santo André, e pediu ao presidente que ali “promovesse uma intervenção federal”. Lula disse que “iria tomar providências a respeito”. Mara afirmou que “nada foi feito” e lembrou de que um dos assessores de Lula disse a ela “de maneira impositiva”, que não contasse à imprensa o assunto da conversa. Era para dizer que teriam falado a respeito da “reabilitação de portadores de deficiência física”. Estranho. Lula critica o Ministério Público a respeito do caso Celso Daniel e ainda diz ter certeza de que o assassinato, precedido de tortura, não passa de crime comum. Mas não é ele quem vive dizendo que não se pode julgar alguém sem que haja investigação? Lula tem competência para avaliar o caso?

Já o Relatório Direitos Humanos no Brasil 2005, organizado pela Rede Social de Justiça, traz críticas ao governo de movimentos sociais que ajudaram a eleger Lula. O documento afirma que o governo fracassou nas áreas de reforma agrária, meio ambiente, alfabetização, combate à fome, Amazônia, habitação urbana, política indígena e geração de empregos. Paulo Pedrini, da Pastoral Operária, alertou: “Há desemprego em todas as classes sociais, sendo que nas mais pobres e jovens o índice chega a 56%. E o pior é que hoje não temos mais uma central sindical, os trabalhadores ficaram órfãos, já que a CUT hoje é governo.” Os sem-teto também estão sem esperança. O coordenador do Fórum Nacional de Reforma Urbana, Nelson Saulo, afirma que o déficit de moradias aumentou de cinco para sete milhões com Lula-lá e os financiamentos privilegiam as classes média e alta.

A Justiça de São Paulo acatou denúncia criminal contra Marta Suplicy. A acusação do Ministério Público paulista é de que a ex-prefeita petista teria contratado, sem licitação e por R$ 2 milhões, o GTPOS (Grupo de Trabalho e Pesquisa de Orientação Sexual), ONG que ajudou a fundar.

Da internet: “do então deputado José Dirceu (PT-SP), em 11 de maio de 1994, a propósito do julgamento do deputado Ricardo Fiúza (PFL-PE), acusado de ter quebrado o decoro parlamentar:

‘Sr. Presidente, espero que amanhã esta Casa faça aquilo que a lei e o direito mandam. O que é público e notório dispensa provas. O deputado Ricardo Fiúza é corrupto. Isto é público e notório, dispensa provas’. (Fiúza foi absolvido.)

Do então deputado José Dirceu, no mesmo ano, a propósito da decisão do Supremo Tribunal Federal de absolver o ex-presidente Fernando Collor: “Após essa decisão, para que seja condenado por crime de corrupção passiva no Brasil, o cidadão terá de ser preso em flagrante ou ser réu confesso. (...) Evidentemente, os ministros do Supremo queriam absolver Collor de Mello e, assim, desqualificaram o testemunho de empresários, ministros e cidadãos. Depois afirmaram, de maneira quase cínica, que não existem testemunhos e provas materiais para incriminar o ex- presidente.”

Não é a história se repetindo com Dirceu e o PT no banco dos réus? Não é este hoje o discurso de Lula - de que não há provas - para tentar desqualificar a CPI e a cassação de Dirceu? Mas o que é público e notório não dispensa provas ou devemos esperar que a CPI encontre um recibo, nota fiscal ou declaração dos corruptores e dos corruptos de seu crime? E os R$10 milhões do Banco do Brasil que foram parar nos cofres do PT via Visanet? O Land Rover de Sílvio Pereira? Os contratos de Genoino? O dinheiro pago a Duda Mendonça no exterior? O caixa 2 bandido confessado e assumido por Delúbio? E Lula não sabia de nada?

O PIB encolhe 1,2% e Lula decreta: “Em economia não existe mágica, existe seriedade, transparência e passos do tamanho das nossas pernas. Não adianta ficar olhando para China, Estados Unidos. Não adianta ficar olhando para alguém que cresce mais ou menos do que nós. Temos que olhar para nossa indústria, para nossas possibilidades.” O que o presidente mais inocente “da história da República” não diz é que nosso PIB deverá crescer pífios 2,5% e que a média mundial dos países emergentes é de 6,4%!

Mas esperar o quê de um presidente que diz admitir a imposição de cotas para calçados brasileiros porque a Argentina tem o direito de reconstruir sua indústria? Segundo Mônica Bérgamo, Lula “está dando uma força ao deputado Professor Luizinho, que corre o risco de ser cassado por ter abocanhado R$ 20 mil do ‘valerioduto’. ‘É uma merreca’, disse Lula, pedindo a um senador do PT que atua numa das CPIs que ajude a conseguir votos na Câmara para salvar Luizinho.” Perto dos milhões do valerioduto, realmente, é uma “merreca”. Mas é crime!

Eis o “mundo novo possível” da esquerda filhote de Fidel Castro e íntima de Chávez no poder...

André Plácido

André Arruda Plácido nasceu em Pirajuí (SP) e é cidadão português. Reside em Londrina (PR) onde graduou-se em Relações Públicas e Teologia. Em Bauru (SP) concluiu o curso de Jornalismo. Fez especialização em Comunicação e Liderança em Missões Mundiais pelo Haggai Institute em Cingapura. É professor de comunicação, poeta, radialista, cronista e fotógrafo.

Website.: fotologue.jp/andrearrudaplacido
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